Portugal 2020 Consulting Summit
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Num país em que a taxa de desemprego tende a aumentar, a economia está cada vez mais dependente das empresas, nomeadamente da sua possibilidade de gerar emprego e da sua grande flexibilidade como instrumento para pôr em prática a capacidade empreendedora e inovadora, aumentando a riqueza do país.
Neste sentido, o empreendorismo é fundamental para a sociedade, pois é através deste que é possível transformar conhecimento em valor.
Na DSolutions apoiamos na preparação da abertura das empresas: pedido de certificado de admissibilidade, preparação do objeto da empresa, acompanhamento do processo de criação da empresa, apoio na obtenção do RCBE, apoio na seleção de entidade bancária e abertura de conta.
O verão na DSolutions foi quente com o apoio à abertura de 3 novas empresas e contratação dos serviços de contabilidade e domiciliação de morada.
Aos que apostaram em nós o nosso muito OBRIGADA!
Para mais informações: info@dsolutions.pt
Andamos de mãos dadas com as PMEs e oferecemos packs personalizados e diferenciados em que se prioriza a eficiência e a organização na gestão. Com o objectivo de acrescentar valor à sua empresa, a DSolutions apresenta um Pack de serviços que se ajustam às necessidades das pequenas e médias empresas portuguesas.
Caso pretenda apenas um serviço poderá solicitar individualmente.

Área Geográfica
Regiões NUTS II do Continente: Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve.
Natureza dos Beneficiários
Empresas (PME e grandes empresas) de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica.
Limites do apoio
O apoio total obtido pela aplicação da taxa de financiamento será distribuído em duas componentes autónomas:
Taxas de cofinanciamento
A taxa de financiamento dos projetos no âmbito deste Aviso é obtida a partir da soma das seguintes parcelas, taxa base mais majorações, até ao limite máximo de 75%:
Taxa Base
1. 15% para investimentos elegíveis iguais ou superiores a 15 milhões de euros ou promovidos por empresas não-PME;
2. Para as restantes situações: 35% para médias empresas e 45% para micro e pequenas empresas.
Majorações
1. 10% para projetos localizados em territórios de baixa densidade;
2. 10% para PME com investimentos elegíveis inferiores a 15 milhões de euros que desenvolvam projetos de Indústria 4.0, onde a transformação digital permita mudanças disruptivas em modelos de negócios, em produtos e em processos produtivos, ou da transição climática;
3. 5% para criação de emprego qualificado em novas unidades produtivas
4. 5% para projetos de PME que, prescindindo do empréstimo bancário referido no artigo 30º-B do RECI, apresentem uma cobertura do investimento do projeto por capitais próprios, nos termos do n.º 3 do Anexo C do RECI, superior a 25%.
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Os ministros das finanças da União Europeia deram a luz verde que faltava depois da aprovação pela Comissão.
Portugal, cujo PRR ascende a 16,6 mil milhões de euros – dos quais 13,9 mil milhões de euros de subvenções a fundo perdido, e 2,7 mil milhões de empréstimos em condições favoráveis –, deverá assim receber em breve cerca de 2,1 mil milhões de euros, equivalente a 13% das verbas a que tem direito.
PRR nacional encontra-se alinhado com as prioridades estabelecidas a nível europeu, focadas em três principais domínios: resiliência, transição climática e transição digital. Prioridades consideradas como os principais motores para a recuperação económica e social.
A Dimensão Transição Digital acentua a importância do investimento nas pessoas e na capacitação como motores para o desenvolvimento de uma economia cada vez mais assente no digital, um pilar estrutural do país, evidenciado agora ainda mais pela pandemia. Portugal precisa de uma aposta focada na escola, nas empresas e na Administração Pública, capaz de contribuir decisivamente para aumentar a competitividade do país e de reduzir os custos de contexto, em linha com as orientações da Comissão na Comunicação sobre a Construção do Futuro Digital da Europa e com o Pacto Ecológico Europeu. A Dimensão Transição Digital concentra 18% do montante global de subvenções do PRR”.

